domingo, 30 de maio de 2010

Reflexo de nós dois


Me vejo diante do espelho;
Olho meu rosto, e nele,
vejo algo que me entristece.
Algo que me magoa,mas,
Que me enriquece;
Talvez devesse me envergonhar,
Do sentimento que cultivo,
Mas não estou vivendo.
Mas, não posso, porque me engrandece.
Talvez porque me faz mais humana,
Ou porque talvez me faça mais mulher,
O sentimento de traição não me atinge,
Porque o sentimento de amor me protege.
Te amei como mulher,
E como pessoa te odiei;
Te amei porque o destino quiz assim;
O amor é algo especial,
E amor sente se, e se ressente,
Quando dói , mas é amor;
Amor sem fantasia .
Queria velo feliz, queria ve lo morrer,
Como entender;
Essas são contradições do ser.
Que o sentimento de amor nos impõe,
Mas, amar te foi o melhor que fiz,
Foi especial como eu sempre quiz,
Queria te ver cantar de novo,
Queria te ver sorrir.
Queria te dar meu melhor.
Mesmo tendo o pior de ti.
Queria te fazer meu rei;
Para reinar em meu coração,
Mas te queria inteiro,
Te queria amor;
Como uma alegre canção!!!


Por Sandra Costa


Amor em forma de canção


Cantei mil canções,
Fiz composições,
Guardei para a estrofe os versos;
E homenagiei o amor.
Homenagiei e exaltei o Homem;
Como grande ,como belo,
Mas se mostrou tão pequeno,
Como ser humano e como gente,
Gente que nem merecia a canção.
Na minha musica , cantei o romance,
Cantei a saudade sem querer sentir,
Cantei a dor por não poder fingir.
E gratifiquei as lembranças;
Porque por elas vivi.
Cantei o erotismo até sem maldade,
Mas ressaltei a inocencia,
Falei da pureza dos sonhos,
Falei da riqueza que é sentir amor,
Falei de flores e de maresia,
Falei dos espinhos porque me feria.
E cantei uma musica celestial,
E como sei que a canção é imortal;
Eu assim me imortalizei.
Gritei os refrões e me calei depois;
Porque a musica chegava ao fim,
Calei a voz na rouquidão das lagrimas;
Que escorriam pelo meu rosto.
Quando as ultimas notas soaram;
Eu entendi enfim,
Eu era aprópria canção;
Que vinha de dentro de mim.


Por Sandra costa

sábado, 1 de maio de 2010

Amar amando!!


Amor que vem da doçura,
Doçura do mel da flôr;
Carinho que a gente guarda,
No fundo do coração.
Amor, algo tão profundo,
Amor,estrela que brilha,
È quando nós dois juntinhos;
Choramos até alegria.
Amor, não sei definir,
Quando sinto alegria, tristeza,
Se sinto por mim ou por você.
Se as vezes te desejo tanto,
Que mesmo sem saber porque,
Dá vontade de chorar ,
Se longe estou de você.
Amor, é a vezes dor,
As vezes magoa e faz sofrer,
E é confuso o que se sente;
Pois é triste amar alguém,
Que não ama um pouquinho a gente.
Amor, é desvendar segredos;
È poder se entregar sem medo,
È esperar,amar amando,
È sonhar estando sem sono.
È viver morrendo um pouco,
Porque todo amor é meio louco,
Amor é ter por perto,
O amor esta sempre certo,
Mesmo sendo um amor errado,
È o céu e é o pecado,
Ou o inferno no paraíso,
È a lágrima e o sorriso;
Ao suor se misturando..


Por Sandra Costa

Palco das minhas fantasias!!


Me espere na esquina do destino;
Que cruza com a da paixão,
E toque meu coração,
Nas cordas do teu violão.
Me chame de Maria bonita,
De sua meiga senhorita,
Fale me as coisas da vida,
Numa canção bem sentida.
Me faça uma dançarina,
Na coreografia do teu desejo;
Corresponda ao meu beijo,
E me aqueça com teu corpo;
E me mostre o seu desejo louco.
Me faça amor com loucura,
E me cale com doçura,
Me faça sua mulher.
Meu amado, meu amor;
Quero estar no teu caminho;
Como uma mata em flor.
Quero te o meu calor;
E quero te saciar,
E quero pra ti me desabroxar,
No jardim do teu amor.
Ser sempre a estação da alegria;
Ser primavera cheia de magía.
Para colorir os seus dias,
Numa doce fantasia.
Quero te amar no aconchego,
Te dar o meu amor ,sem medo,
Ser tua, e te proteger,
Das armadilhas da vida.
Quero estar a você bem unida,
Tua musa, tua fada,
E cantar contigo;
A mesma cantiga.....


Por Sandra Costa


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ei poeta!!!


Ei poeta;
Você ainda pode sonhar.
Existe ainda um som no ar,
Existe algo pra começar.
Alguém que você possa amar,
Existe um romance a sua procura;
Uma luz na noite escura,
Uma fagulha ou uma chama,
Talvez a paz na doçura.
Num ato de amor ,
Ou numa carícia;
Num olhar, numa conquista.
Você ainda pode sonhar;
O mundo pode ser injusto.
Mas a vida não é;
Procura se um poeta;
Onde estará, onde viverá este ser,
Em que lugar;
Talvez dentro de um peito,
Preso, sufocado.
Pelos afazeres do dia a dia,
Pela pressa, pela violência,
Viverá esse poeta?
Por traz de qual aparência;
Rostos cansados,
Corpos desanimados,
Atraz de pensamentos afobados.
Para resolverem coisas atrazadas;
Almas perdidas,
Sem novidade,
A se preocuparem com a matéria.
A mercê da falta de criatividade!!

Por Sandra Costa

quinta-feira, 8 de abril de 2010


o tempo


A demência nos tange para fora do tempo
Deixando - nos ausente do mundo real
Isto é providência do unipotente
que sempre presente alivia o mal
Digo alivia porque se quisesse
As marcas do tempo da cútis saia
As juntas sadias e toda doença
Do corpo ou da mente Deus afastaria




Mas nem com seu filho
Que tanto amou
Deus aliviou o seu padecer
A sua missão era mesmo provar
O fél deste mundo para nos dizer
que a canga do tempo que foi destinada
A todo vivente na terra criada
Por ele nenhum outro pode levar


O unipotente que é Deus de justiça
nos bota na crista ao menos uma vez
Mostrando o caminho da prosperidade
da felicidade e da retidão
Mais o ser humano nao falo de todos
Nao entende os sinais do criador
Extrapola a vida sem entendimento
Afastando a lei do processo moral


Mas quem tráz no peito a marca da fé
Pode na vida passar maus bocados
pode nao vê concretizado em tempo terreno
Seu sonho sonhado
Mas próximo ao fim alguém sempre aparece
Estendendo a mão para dar refrigério
Ao corpo cansado que aos poucos definha
A caminho do fim no descanso eterno


Isto é fato não é novidade
Pois desde que o mundo por Deus foi criado
O nosso fardo trazemos marcado
O destino traçado no celestial
Se vivemos no bem e migramos pro mal
Cada ceitíll nos será cobrado
O livre arbítrio de cada um
É quem vai descidir de quem Deus tá do lado


Minha querida espero não repare
No jeito simplório que as vezes me expresso
O tamanho das trovas nem sempre eu meço
A mente em prova me chegam agora
A visita ao parque em meio as trilhas
Descrevo um pouco em redondilhas
O tempo excasso que a gente vivia
Nem mesmo um amasso agente podia


Me lembro do imenso ciprestre cascudo
Fincado no solo pro céo aprumado
Da pedreira velha abandonada
Que da cidade as ruas calçava
O imenso jardim de pedras tecido
Tudo afeiçoado a um imenso mosaico
No centro o lago coalhado de plantas
imitando as formas do vosso vestido


Também a casinha abandonada
No centro encravada da grande floresta
Parte singela da grande aquarela
Quem sabe morada da felicidade
Talvez testemunha de um grande amor
Mas que a nescessidade pra longe levou
Em busca dos ares da prósperidade
Partiu pra cidade e não mais voltou



O nome do menino sapeca esqueci
só sei que nao fica num canto um segundo
Com pouco descuido se manda no mundo
Correndo trançando as plantas do jardim
Escapa das mãos foge desaparece
Acode o menino nao pode sumi
quando é cum pouco aparece sorrindo
De traz de um toco vó eu to aqui


Se eu nao me engano o nome é Junior
Sapeca sadio levado da breca
Quem sabe tivesse nascido moleca
N ão dava tanto trabalho pra vó
Que Deus lhe proteja ano após ano
Que tire a mania de corinthiano
Que seja orgulho que seja doutor
Que viva na lei da paz e do amor


S andra eu poderia por horas narrar
A paz que transmite aquele lugar
N unca na vida esquecerei
D aqueles momentos que um dia passei
R eceba do amigo estas redondilhas
A mada conforme foi o prometido


C om muita esperança no coração
O s dias pra ti sejam sempre de paz
S empre na fé louvando a jesus
T enha uma páscoa maravilhosa
A ssim seja fique na paz


..... W R C ....
Essa tbém foi um presente do meu amigo Roberto!!obrigada!!

visitem o blogwww. versejando-versejando.blogspot.com/
Para vai de ficar me encarando , com esses seus dois olhões . Parece que nunca me viu !Eu sou assim mesmo , meio pedra ,meio pau , vc me conhece . Quantas vz a gente saia ficava junto o dia depois a noite ainda ficava-mos quietos um olhando para o outro nos encarando , vc de lá eu de cá por horas a fio .
Vc também se ferrou comigo bastante lembra , quanto tempo vc amargou a solidão , junto daqueles trastes que nao serviam de nada , só pra encher o saco , meros coadjuvantes de um proscesso que nada acrescentavam . Mas convenhamos eu tambem não era de todo mau , vez por outro ia ter com vc , quase sempre quando em busca de algo diferente . Sabia , vc estava lá sempre estava , eu não te queria mas também não te esquecia .
Minhas mãos pousavam sobre ti , mais sem interesse , pois conhecia suas formas seu jeito , eu te adorava confesso , mais te despresei , trocando vc , talvez sei lá esses modismos de tv.
Tá , confesso eu errei mais me declarei a vc não me declarei ?Não disse que vc era melhor , que nunca te esqueci ,que não poderia viver sem vc ,que nunca pude me ver sem vc etc e tal . Que mais vc queria ? Não fui com vc há ótica e lhe comprei lentes novas , com design moderno , e não estamos juntos até hoje , inseparáveis . É isso , a vida é assim , sei que dai pousado na mesa do pc vc vê minha expressão de desconsolo , eu , apenas há imagino e sei que estão horríveis , e as olheiras então ? Daí que eu me descompenso e grito com vc ........ Para de ficar me encarando com esses dois olhões .

...wrc...


Esse foi meu amigo Roberto que fez pra mim adorei!!!!alias fez para meus óculos!!rsrsrsr